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quinta-feira, agosto 30, 2007
O Wumpus Ataca Novamente!
Uma das minhas leituras preferidas é o Coding Horror, do Jeff Atwood. Ele escreve sobre todos aqueles assuntos dos quais eu gostaria de tratar, mas não tenho habilidade suficiente.
E, além disso, ele recentemente mencionou o Wumpus, em um artigo bastante interessante sobre programação e análise de jogos.
E, além disso, ele recentemente mencionou o Wumpus, em um artigo bastante interessante sobre programação e análise de jogos.
sexta-feira, agosto 10, 2007
Resenha do XO
Esta resenha do XO (a maquininha do One Laptop Per Child) foi escrita pelo tipo de pessoa mais qualificado para tal: um moleque de 12 anos.
quinta-feira, agosto 09, 2007
Alternativa Livre ao Microsoft Project
O OpenProj é um programa de código aberto escrito em Java e capaz de ler os arquivos do Microsoft Project. Para quem não sabe, o MS Project é um programa de gerenciamento de projetos que tecnicamente faz parte do Office, mas é vendido de forma separada (ou seja, não é parte dos "pacotes padrão" do Office) por uns mil dólares.
O link leva a um artigo que tem um pouco mais de informação sobre ele.
O link leva a um artigo que tem um pouco mais de informação sobre ele.
quarta-feira, agosto 01, 2007
Expresso Book Machine na Biblioteca de Nova York
A Biblioteca de Nova York recentemente instalou uma trapizunga chamada Expresso Book Machine, que é capaz de imprimir e encadernar um livro em alguns minutos. Com isso, eles planejam distribuir obras que já caíram no domínio público para quem quiser, de forma gratuita.
quinta-feira, julho 26, 2007
Meus Dois Sonhos de Consumo
Meus dois sonhos de consumo são o XO (a maquininha verde do One Laptop Per Child) e o Neuros OSD (até que em fim um gravador de vídeo digital decente). O segundo já estava à venda faz tempo, e a distribuição comercial do primeiro começa no Natal (por um preço levemente maior do que o oferecido aos governos, mas ainda assim bem abaixo dos laptops normais).
sexta-feira, julho 13, 2007
12 Linguagens de Programação que Não Deram Certo
Em meu antigo emprego, eu ganhei uma pequena reputação por ser fã de linguagens obscuras, simplesmente por gostar de Ruby. Mas quem acha que Ruby é uma linguagem obscura ainda não viu nada. Há um artigo que mostra 12 linguagens realmente obscuras, e explica por que nenhuma delas é muito proeminente hoje (apesar de eu achar que Haskell tem chance de ser mais popular no futuro).
quarta-feira, julho 11, 2007
Buildr
Eu gosto da idéia por trás do Ant - um sistema para automatizar aquelas tarefas repetitivas que fazem parte to desenvolvimento de qualquer software razoavelmente complexo. O que eu não gosto é ter que mexer em um arquivo XML enorme e ficar digitando tags e atributos a torto e a direito para programar a menor das tarefas nele.
O problema é que, quando o projeto é em Java, não existe nenhuma outra ferramenta do gênero que seja mais integrada à linguagem do que o Ant. Para usar algo mais amigável, você teria que programar sua própria integração entre essa nova ferramenta e a JVM.
Felizmente, alguém já fez isso: o Buildr é uma ferramenta de automação de build específica para projetos Java, mas toda feita em Ruby. Ele usa o Rake como base, e foi feito para substituir o Maven 2.0 (baseado em Ant...) sem que seja necessário nenhuma grande alteração no ambiente de desenvolvimento. Ele possui integração com o ant, de modo que não seria sequer necessário refazer as tasks antigas.
Com ele, é possível criar tasks usando Ruby, o que é muito melhor que tentar se virar com o limitado XML declarativo do Ant.
O problema é que, quando o projeto é em Java, não existe nenhuma outra ferramenta do gênero que seja mais integrada à linguagem do que o Ant. Para usar algo mais amigável, você teria que programar sua própria integração entre essa nova ferramenta e a JVM.
Felizmente, alguém já fez isso: o Buildr é uma ferramenta de automação de build específica para projetos Java, mas toda feita em Ruby. Ele usa o Rake como base, e foi feito para substituir o Maven 2.0 (baseado em Ant...) sem que seja necessário nenhuma grande alteração no ambiente de desenvolvimento. Ele possui integração com o ant, de modo que não seria sequer necessário refazer as tasks antigas.
Com ele, é possível criar tasks usando Ruby, o que é muito melhor que tentar se virar com o limitado XML declarativo do Ant.
segunda-feira, junho 18, 2007
Como se livrar de uma infestação de spyware
A melhor tática, logicamente, é não se deixar infestar, mas se isso acontecer, siga as instruções deste link.
sábado, junho 02, 2007
Authorization para Rails
Um framework de autorização é algo complementar ao conhecido esquema de login/senha. Ele controla o que o usuário pode fazer depois que entra no site, o que é muito útil quando se quer construir sites ao estilo do Orkut ou do Google Documents, onde um usuário pode permitir que outros vejam os seus dados, ou restringir esse acesso a um grupo seleto de pessoas.
Eu já havia trabalhado com um framework de autorização nos meus dias de Java (ou seja, até a uma semana atrás), e na minha opinião ele era a pŕopria definição da palavra entreprisey: dá-lhe EJBs, arquivos de configuração XML e códigos abstrusos para indicar as permissões, tudo isso embrulhado em um conjunto de /[WEJ]ARs/ cujo empacotamento correto era uma ciência mais cheia de minúcias que qualquer engenharia aeronáutica.
O plugin Authorization, para o Rails, a princípio me deu um pouco de medo, por causa dessa experiência anterior. Então, quando me pediram para integrá-lo a um determinado projeto, eu me assustei e dei um prazo de três dias, imaginando que os primeiros dois seriam para entender como ele funciona e o terceiro para implementá-lo. Tudo isso, é claro, supondo um mínimo de 8 horas por dia de trabalho sem interrupções.
Fiz tudo em duas horas. "Tudo" incluiu alterar o modelo de banco de dados do projeto para comportar a tabela de permissões do plugin. Ainda não consegui juntar o queixo do chão...
Tenho certeza de que o Authorization possui suas próprias dificuldades, mas de alguma forma eu não acho que elas sejam tão grandes quanto a desse framework Java sem nome. Tenho certeza também que existe uma grande quantidade de frameworks de autorização maravilhosos para Java, e gostaria de ouvir exemplos.
Eu já havia trabalhado com um framework de autorização nos meus dias de Java (ou seja, até a uma semana atrás), e na minha opinião ele era a pŕopria definição da palavra entreprisey: dá-lhe EJBs, arquivos de configuração XML e códigos abstrusos para indicar as permissões, tudo isso embrulhado em um conjunto de /[WEJ]ARs/ cujo empacotamento correto era uma ciência mais cheia de minúcias que qualquer engenharia aeronáutica.
O plugin Authorization, para o Rails, a princípio me deu um pouco de medo, por causa dessa experiência anterior. Então, quando me pediram para integrá-lo a um determinado projeto, eu me assustei e dei um prazo de três dias, imaginando que os primeiros dois seriam para entender como ele funciona e o terceiro para implementá-lo. Tudo isso, é claro, supondo um mínimo de 8 horas por dia de trabalho sem interrupções.
Fiz tudo em duas horas. "Tudo" incluiu alterar o modelo de banco de dados do projeto para comportar a tabela de permissões do plugin. Ainda não consegui juntar o queixo do chão...
Tenho certeza de que o Authorization possui suas próprias dificuldades, mas de alguma forma eu não acho que elas sejam tão grandes quanto a desse framework Java sem nome. Tenho certeza também que existe uma grande quantidade de frameworks de autorização maravilhosos para Java, e gostaria de ouvir exemplos.
sexta-feira, junho 01, 2007
YAML é sensível a espaços
Cá estava eu sendo um produtivo cidadão da sociedade mundial, quando me deparo como seguinte erro ao executar o comando rake db:migrate:
'yntax error on line 18, col 2: ` host: localhost
O que diabos isso quer dizer? Bom, depois de pesquisar um pouco descobri este post, que me informou que o YAML ( a linguagem utilizada na configuração do banco de dados no Rails) é sensível a espaços. Uma das linhas do meu arquivo database.yml era:
password:xxxxx
quando deveria ser
password: xxxxx
Note que a mensagem de erro não teve absolutamente nada à ver com o erro de verdade! A linha host: localhost era a que vinha logo acima no arquivo, o que me faz supor que o sistema pensou que a linha de baixo era uma continuação da de cima.
Este post é bem mais técnico do que a média aqui. Espere mais deles, pois agora eu não tenho mais acesso a blogs corporativos internos.
'yntax error on line 18, col 2: ` host: localhost
O que diabos isso quer dizer? Bom, depois de pesquisar um pouco descobri este post, que me informou que o YAML ( a linguagem utilizada na configuração do banco de dados no Rails) é sensível a espaços. Uma das linhas do meu arquivo database.yml era:
password:xxxxx
quando deveria ser
password: xxxxx
Note que a mensagem de erro não teve absolutamente nada à ver com o erro de verdade! A linha host: localhost era a que vinha logo acima no arquivo, o que me faz supor que o sistema pensou que a linha de baixo era uma continuação da de cima.
Este post é bem mais técnico do que a média aqui. Espere mais deles, pois agora eu não tenho mais acesso a blogs corporativos internos.
quinta-feira, maio 31, 2007
Google Developer Day
Eu fui! O evento foi legal, e eu gostei especialmente das palestras sobre a API do Maps, do KML e do AdSense.
Talvez eu faça algo envolvendo os mapas no futuro. Não sabia que era tão fácil mexer com eles. Acho que tenho que parar de ter medo de estudar essas coisas.
Talvez eu faça algo envolvendo os mapas no futuro. Não sabia que era tão fácil mexer com eles. Acho que tenho que parar de ter medo de estudar essas coisas.
terça-feira, maio 29, 2007
domingo, maio 27, 2007
Tutorial de ffmpeg e SDL
Este é um link que eu pretendo estudar no futuro. Coloco aqui porque minha pasta de bookmarks precisa de uma faxina urgente...
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