Mostrando postagens com marcador Longa Cauda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Longa Cauda. Mostrar todas as postagens
domingo, julho 29, 2007
Radio Olympus
Agora, neste exato momento, um amigo meu está servindo como DJ para uma rádio on-line chamada Radio Olympus. O repertório consiste principalmente de música pop dos anos 80.
quinta-feira, janeiro 18, 2007
Longa Cauda, Cauda Longa
Comprei ontem um livro que eu estava querendo ler há algum tempo, mas de cuja existência eu havia esquecido: "A Cauda Longa" (The Long Tail), de Chris Anderson, editor da Wired. Ele fala sobre um fenômeno peculiar que aparece quando o custo de manter um determinado produto em estoque tende a zero (é o que acontece com a Amazon e outras lojas que vendem pela Internet): aqueles artigos obscuros, que você nunca encontraria em uma loja tradicional e que vendem muito pouco individualmente, juntos contribuem para uma fatia respeitável do faturamento.
Para uma loja tradicional, não vale a pena manter muitos discos que não sejam grandes sucessos universalmente conhecidos, já que eles não pagam o aluguel do espaço que ocupam na prateleira. Mas quando esse aluguel é mínimo ou nulo, aqueles milhares ou milhões de músicas/livros/filmes desconhecidos que a loja passa poder exibir vão acabar sendo encontrados pelos pelos gatos-pingados que gostam deles, e vão vender um pouco que seja. E esses poucos que sejam, quando somados, acabaram dando algo entre 30 e 50% dos faturamentos de lojas como a Amazon, a Netflix e o Google (que "vende" anúncios). Isso é muita grana.
A tradução para o português do livro estava em meio àqueles títulos de auto-ajuda do tipo "seja um executivo melhor", mas o assunto é um pouco diferente disso. Fala muita coisa sobre cultura e história da mídia, por exemplo. Eu li o artigo original da Wired, em 2004, e agora no livro quero saber se é possível uma loja se sustentar apenas com os tais artefatos obscuros. Se houver, ainda há esperança para aquele tão falado "mercado de RPG", cuja morte é anunciada todo dia.
Para uma loja tradicional, não vale a pena manter muitos discos que não sejam grandes sucessos universalmente conhecidos, já que eles não pagam o aluguel do espaço que ocupam na prateleira. Mas quando esse aluguel é mínimo ou nulo, aqueles milhares ou milhões de músicas/livros/filmes desconhecidos que a loja passa poder exibir vão acabar sendo encontrados pelos pelos gatos-pingados que gostam deles, e vão vender um pouco que seja. E esses poucos que sejam, quando somados, acabaram dando algo entre 30 e 50% dos faturamentos de lojas como a Amazon, a Netflix e o Google (que "vende" anúncios). Isso é muita grana.
A tradução para o português do livro estava em meio àqueles títulos de auto-ajuda do tipo "seja um executivo melhor", mas o assunto é um pouco diferente disso. Fala muita coisa sobre cultura e história da mídia, por exemplo. Eu li o artigo original da Wired, em 2004, e agora no livro quero saber se é possível uma loja se sustentar apenas com os tais artefatos obscuros. Se houver, ainda há esperança para aquele tão falado "mercado de RPG", cuja morte é anunciada todo dia.
Assinar:
Postagens (Atom)