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sábado, agosto 04, 2007

Há um Monstro Aqui em Baixo

Isto também.

A Máquina Divina de Spear

Isto aqui me dá algumas idéias.

quarta-feira, julho 11, 2007

A Imperatriz Escarlate



A próxima vez que eu mestrar Exalted, vou mostrar a foto acima (apropriadamente entitulada "Imperial") aos jogadores ao invés de descrever a Imperatriz verbalmente.

quarta-feira, junho 13, 2007

Resenha de Star Wars Saga Edition

No Slashdot, que não é o primeiro lugar onde eu espero encontrar resenhas de RPG. Interessante.

terça-feira, maio 01, 2007

Arte

Sempre tive uma grande vontade de ser escritor e publicar alguma história em qualquer formato que seja. Porém, tudo de "artístico" que eu consigo fazer é mestrar RPG, de improviso. Faço isso a tanto tempo que as histórias que eu componho sempre possuem um imenso vácuo onde deveriam haver protagonistas, já supondo um grupo de jogo. É bem difícil planejar algo mais longo que uma cena desconexa.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

"Realizations"

Um tipo de tópico que foi muito comum nos fóruns da RPG.net durante uma certa época foram as tais "Realizations". Basicamente, eles eram inciados por um usuário que admitia alguma coisa, polêmica ou não, sobre suas preferências de RPG ("eu não gosto de mortes de personagens", "eu não gosto de regras complicadas", ou mesmo "eu não gosto da maioria dos RPGs"). Essa coisa geralmente é algo que a própria pessoa não havia percebido, já que não era algo esperado do jogador de RPG "médio". Era meio que um desabafo.

Indo por esse caminho, eu não tenho absolutamente nada em comum com os jogadores de RPG "médios". Acho D&D um porre, e não ligo muito pro Mundo das Trevas. Os únicos produtos nacionais que me interessavam já deixaram de ser vendidos a tempos, me recuso a comprar qualquer coisa feita pela Daemon, e tenho imensa dificuldade em diferenciar entre quaisquer dois cenários de fantasia medieval para d20. Eles podem ter mapas com nomes de reinos diferentes, mas pra mim continua sendo a mesmíssima coisa. E se um cenário consegue parecer diferente, ele ainda falha em oferecer algo que me agrade ou que não possa ser feito de forma melhor por outro jogo.

Eu tenho meu grupo, que se não pensa exatamente como eu certamente me tolera. Por isso, se o tal mercado nacional de RPG desaparecesse amanhã (como muita gente fica prevendo semana sim, semana não), minha vida não mudaria em nada. Talvez eu até comemorasse, já que seria uma fonte a menos de briguinhas infantis e cansativas para me encher a paciência. Sou da opinião que ninguém precisa gastar com livros para jogar uma boa partida (RPGene, descanse em paz), e se eu quiser comprar alguma coisa sempre vão haver os PDFs independentes - que não dependem desse mercado de editoras e distribuidoras de tijolo, ou de fretes exorbitantes.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Longa Cauda, Cauda Longa

Comprei ontem um livro que eu estava querendo ler há algum tempo, mas de cuja existência eu havia esquecido: "A Cauda Longa" (The Long Tail), de Chris Anderson, editor da Wired. Ele fala sobre um fenômeno peculiar que aparece quando o custo de manter um determinado produto em estoque tende a zero (é o que acontece com a Amazon e outras lojas que vendem pela Internet): aqueles artigos obscuros, que você nunca encontraria em uma loja tradicional e que vendem muito pouco individualmente, juntos contribuem para uma fatia respeitável do faturamento.

Para uma loja tradicional, não vale a pena manter muitos discos que não sejam grandes sucessos universalmente conhecidos, já que eles não pagam o aluguel do espaço que ocupam na prateleira. Mas quando esse aluguel é mínimo ou nulo, aqueles milhares ou milhões de músicas/livros/filmes desconhecidos que a loja passa poder exibir vão acabar sendo encontrados pelos pelos gatos-pingados que gostam deles, e vão vender um pouco que seja. E esses poucos que sejam, quando somados, acabaram dando algo entre 30 e 50% dos faturamentos de lojas como a Amazon, a Netflix e o Google (que "vende" anúncios). Isso é muita grana.

A tradução para o português do livro estava em meio àqueles títulos de auto-ajuda do tipo "seja um executivo melhor", mas o assunto é um pouco diferente disso. Fala muita coisa sobre cultura e história da mídia, por exemplo. Eu li o artigo original da Wired, em 2004, e agora no livro quero saber se é possível uma loja se sustentar apenas com os tais artefatos obscuros. Se houver, ainda há esperança para aquele tão falado "mercado de RPG", cuja morte é anunciada todo dia.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Usando Wushu

Recentemente eu comecei a usar Wushu para mestrar Exalted Modern, com excelentes resultados.

Com o grupo do Castelo de Lego, há muito pouca oportunidade de jogar, porque é muito raro que todos os jogadores tenham tempo para tanto no mesmo dia. E, freqüentemente, alguém me pede para incluir uma pessoa a mais na aventura, que só está ali de passagem e provavelmente não vai ficar para as próximas sessões.

Com sistemas mais complicados, criar um personagem é assunto para uma sessão inteira. Talvez não haja tanto problema no início de uma campanha nova, quando todo mundo precisa fazer isso, mas quando um "jogador de ocasião" precisa ser incluso o jogo inteiro tem que parar por causa dele, enquanto o novo personagem é feito. Como não é sequer certo que o novo membro do grupo vai continuar a ser um membro na próxima sessão, isso me incomoda bastante.

Com Wushu, não só a parte mecânica da criação pode ser feita em 5 segundos como a própria natureza dela força os jogadores a criar personagens com mais de uma dimensão. Com as regras de Exalted, D&D, GURPS ou Shadowrun, é fácil pensar "eu quero fazer alguém que saiba dar porrada" e passar as próximas 3 horas mexendo com números para descobrir a melhor maneira de fazer isso, ao custo de não saber fazer mais nada. Em Wushu, você escreve "Dar Porrada 5" na ficha e tem que pensar em mais três facetas do personagem.

Também não há mais a pressão de me certificar que as regras são seguidas corretamente, já que elas são simples o suficiente para dispensar consultas no meio da partida. Fica apenas a necessidade de manter o clima apropriado na mente do grupo, mas isso existe em qualquer RPG.

Sábado passado foi a vez de tentar a mesma coisa com Shadowrun, e, considerando que isso era para ser um one-shot, o resultado foi muito satisfatório. Em uma campanha mais longa, eu teria que explicar o estilo do jogo de forma mais detalhada, porque o grupo está muito condicionado a jogar Exalted.