Eu não achei que fosse possível superar o Coringa do Jack Nicholson, mas parece que eles estão se esforçando muito para isso:
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terça-feira, dezembro 18, 2007
terça-feira, dezembro 11, 2007
Um Pouco de Computaria Explícita
Ouvido na Internet:
"Dizer que Java é bom porque roda em qualquer plataforma é como dizer que sexo anal é bom porque 'funciona' com os dois sexos."
"Comentários em código são como sexo. Até mesmo quando são ruins, ainda são bons."
"Não, é a programação que é como o sexo. Se você cometer um pequeno erro, vai ter que sustentá-lo pelo resto da vida."
"Dizer que Java é bom porque roda em qualquer plataforma é como dizer que sexo anal é bom porque 'funciona' com os dois sexos."
"Comentários em código são como sexo. Até mesmo quando são ruins, ainda são bons."
"Não, é a programação que é como o sexo. Se você cometer um pequeno erro, vai ter que sustentá-lo pelo resto da vida."
sábado, julho 21, 2007
Um Grupo é Seu Próprio Pior Inimigo
Este artigo escrito por Clay Shirky em 2003 é algo que todo administrador de fórum, lista de discussão ou qualquer outra comunidade virtual deveria ler.
segunda-feira, junho 25, 2007
O Verdadeiro Comercial do Microsoft Surface
Como já é de conhecimento público, há alguns dias a Microsoft anunciou seu "grande projeto secreto", o Surface, um computador em forma de mesa que usa uma tela sensível a múltiplos toques e deve custar cerca de US$10.000,00. Eles lançaram vários vídeos promocionais sobre como seria "O Futuro" com uma máquina dessas, e se apressaram em esclarecer que o público-alvo do aparelho são restaurantes e outros estabelecimentos comerciais, que poderiam disponibilizar isso a seus fregueses, e não os usuários finais propriamente ditos.
Então, um bando de pessoas criativas pegou os vídeos promocionais e fez o que deveria se chamar o verdadeiro comercial do Surface . Para que usar um aparelho portátil quando você pode comprar um computador do tamanho de uma mesa por dez mil dólares?
Então, um bando de pessoas criativas pegou os vídeos promocionais e fez o que deveria se chamar o verdadeiro comercial do Surface . Para que usar um aparelho portátil quando você pode comprar um computador do tamanho de uma mesa por dez mil dólares?
quinta-feira, janeiro 18, 2007
Longa Cauda, Cauda Longa
Comprei ontem um livro que eu estava querendo ler há algum tempo, mas de cuja existência eu havia esquecido: "A Cauda Longa" (The Long Tail), de Chris Anderson, editor da Wired. Ele fala sobre um fenômeno peculiar que aparece quando o custo de manter um determinado produto em estoque tende a zero (é o que acontece com a Amazon e outras lojas que vendem pela Internet): aqueles artigos obscuros, que você nunca encontraria em uma loja tradicional e que vendem muito pouco individualmente, juntos contribuem para uma fatia respeitável do faturamento.
Para uma loja tradicional, não vale a pena manter muitos discos que não sejam grandes sucessos universalmente conhecidos, já que eles não pagam o aluguel do espaço que ocupam na prateleira. Mas quando esse aluguel é mínimo ou nulo, aqueles milhares ou milhões de músicas/livros/filmes desconhecidos que a loja passa poder exibir vão acabar sendo encontrados pelos pelos gatos-pingados que gostam deles, e vão vender um pouco que seja. E esses poucos que sejam, quando somados, acabaram dando algo entre 30 e 50% dos faturamentos de lojas como a Amazon, a Netflix e o Google (que "vende" anúncios). Isso é muita grana.
A tradução para o português do livro estava em meio àqueles títulos de auto-ajuda do tipo "seja um executivo melhor", mas o assunto é um pouco diferente disso. Fala muita coisa sobre cultura e história da mídia, por exemplo. Eu li o artigo original da Wired, em 2004, e agora no livro quero saber se é possível uma loja se sustentar apenas com os tais artefatos obscuros. Se houver, ainda há esperança para aquele tão falado "mercado de RPG", cuja morte é anunciada todo dia.
Para uma loja tradicional, não vale a pena manter muitos discos que não sejam grandes sucessos universalmente conhecidos, já que eles não pagam o aluguel do espaço que ocupam na prateleira. Mas quando esse aluguel é mínimo ou nulo, aqueles milhares ou milhões de músicas/livros/filmes desconhecidos que a loja passa poder exibir vão acabar sendo encontrados pelos pelos gatos-pingados que gostam deles, e vão vender um pouco que seja. E esses poucos que sejam, quando somados, acabaram dando algo entre 30 e 50% dos faturamentos de lojas como a Amazon, a Netflix e o Google (que "vende" anúncios). Isso é muita grana.
A tradução para o português do livro estava em meio àqueles títulos de auto-ajuda do tipo "seja um executivo melhor", mas o assunto é um pouco diferente disso. Fala muita coisa sobre cultura e história da mídia, por exemplo. Eu li o artigo original da Wired, em 2004, e agora no livro quero saber se é possível uma loja se sustentar apenas com os tais artefatos obscuros. Se houver, ainda há esperança para aquele tão falado "mercado de RPG", cuja morte é anunciada todo dia.
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